sábado, 3 de março de 2012
O ISO e o Ganho nas câmeras digitais
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Nikon D800
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
sábado, 1 de outubro de 2011
Perfis de cor, o que são e para que servem?
Toda imagem RGB pode ser codificada em 256 ou 32.769 níveis por canal.O que um espaço de cor faz é organizar esses níveis dentro de um espectro visível, ou da quantidade de cor que podemos enxergar. Ou seja, o espaço de cor determina a quantidade de cor que podemos abranger com a informação disponível. Existem milhares de espaços de cor, mas atualmente nós fotógrafos trabalhamos a maior parte do tempo apenas com dois:

Adobe RGB (1998)
Um dos mais utilizados pelos fotógrafos, principalmente em imagens que serão impressas em gráficas ou inkjets como a HP Z3100. Com uma gama de cores relativamente grande, engloba as cores da impressão offset e grande parte das cores possíveis com inkjet. Este perfil foi desenvolvido pela Adobe exatamente com o propósito de ser um espaço de cor compatível com a impressão baseada em tintas.
sRGB
É o segundo espaço de cor mais utilizado. Desenvolvido pela Microsoft e HP para representar a capacidade de reprodução de cores de um monitor CRT (tubo), acabou se mostrando também o mais adequado para impressões em minilabs (que usam emulsões químicas gravadas por laser no lugar de tinta). Menor que o Adobe RGB, tem como característica ser bastante adequado para a visualização em websites, apresentações multimídia, impressões em minilabs e uso em aplicativos que não possuem gerenciamento de cores, mas exibem arquivos em RGB. Você já deve ter percebido pelas imagens acima que o sRGB guarda pouca informação sobre verde e azul, enquanto o Adobe RGB já consegue gerenciar melhor as informações nesses tons. Se você já fotografou algum show ou apresentação com iluminação colorida deve ter percebido que ao fotografar em sRGB o canal vermelho ‘estoura’ com grande facilidade, e mesmo em RAW você nem sempre consegue recuperar o tom original da foto.
Por esse motivo algumas pessoas dizem que o perfil sRGB teria dois canais de vermelho, o que já vimos não é verdade, o perfil apenas não guarda informações das cores opostas ao vermelho, que são o azul e o verde, necessárias para contra-balancear as informações.
Agora que já entendemos o funcionamento básico de um perfil de cor, podemos esclarecer outras formas de utilizá-los, como por exemplo na calibração do monitor. Afinal, nada mais frustante do que trabalhar horas a fio para deixar suas fotos lindas, e quando imprimir ou passar por email ela estar completamente destruída.
Quem já visitou qualquer loja que venda eletrônicos provavelmente parou para ver a parede de televisores. Gigantes de plasma, projetores e simpáticas tvs de 14 polegadas, todas sintonizadas na mesma novela, ou no mesmo dvd. Você já parou para pensar no porquê disso? Como a mesma imagem pode ser interpretada de maneiras diferentes por aparelhos diferentes? Os monitores emitem luz em porcentagens contraladas de vermelho, azul e verde para reproduzir as cores das imagens em pequenos pontinhos, os nossos amigos pixels. Mas como temos essas variações de cores se todas as tvs estão recebendo o mesmo sinal vindo da mesma emissora ou do mesmo aparelho de dvd?
Simples, porque assim como as pessoas, nenhum dispositivo é igual a outro. Até dois monitores de uma mesma marca e modelo podem apresentar um azul ligeiramente diferente, simplesmente por serem dois exemplares fisicamente distintos. Os colorantes usados para determinar o vermelho, o azul e o verde podem ser ligeiramente diferentes, o que já é suficiente para que as cores não casem.
Uma das grandes limitações dos sistemas de cores é que eles apenas descrevem um ‘receita’ de cor, mas não a aparência exata. Que cor é R0 / G218 / B0 ? Verde, mas o tom exato de verde vai depender do monitor. O que nos deixa sem referência, em frente a uma parede de televisores. Mas então ser cada monitor tem um RGB levemente diferente, como fazer para as imagens terem as mesmas cores em vários monitores diferentes? Aí entra em cena a calibração através de um colorímetro. Basicamente o colorímetro mede a intensidade dos padrões RGB de um monitor e cria um perfil específico para monitor. Esse colorímetro percebe que o verde do meu monitor é R0 /G218 / B0 (comparando com um banco de dados interno, esses valores são os que fazem o verde do meu monitor ficar igual ao verde padrão do colorímetro) e que no monitor do lab que imprimo o verde é R0 / G223 / B3.
Assim o colorímetro gera um perfil que o computador salva como um arquivo .ICC (o mesmo que algumas placas de vídeo trazem nos dvds de instalação) com as informações para quando você levar suas imagens para outro computador, basta levar junto seu perfil ICC que você terá os mesmos resultados.
Então ser você quer que as fotos que você trabalhou por tanto tempo para ficarem com as cores perfeitas sejam impressas exatamente iguais, o melhor que você pode fazer é ir no lab que você faz suas impressões e pedir o perfil de cores da impressora que eles usam.
Se você já instalou uma impressora na sua casa deve saber que nas opções de impressão você pode escolher o tipo de papel, gramatura e outras firulas. Para cada uma dessas diferentes opções a impressora tem um perfil de cor diferente, porque em cada situação a tinta é absorvida pelo tipo de papel de forma diferente, e quando uma tinta seca a cor fica levemente diferente. Sabendo a marca e modelo da impressora do seu lab, você pode procurar os perfis de cores na internet, ou até mesmo no próprio site do fabricante. Então quando você já sabe qual impressora e qual tipo de papel vai usar para o trabalho final, você vai nas opções de visualização do seu monitor e usa o perfil adequado, e quando você imprimir as fotos terão as cores exatas que você tanto trabalhou para alcançar.
Bom pessoal, por enquanto é só. Este artigo é uma breve explicação sobre as diferenças entre os perfis de cores, e como eles influenciam na imagem final. Claro que o tema é muito mais complexo, temos outras várias considerações, mas basicamente já conseguimos entender a importância de escolher o perfil certo já no momento da captação para evitar imprevistos na hora da pós, e como um monitor calibrado de acordo com o modo de impressão vai fazer com que tanto trabalho em busca das cores perfeitas não vá por água abaixo na hora da impressão e você tenha que refazer tudo.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Balanço de branco (além do Lightroom)
Existem diversos espaços de cores utilizados por câmeras, monitores, softwares, impressoras etc. Cada espaço de cores tem por objetivo óbvio reproduzir cores. Não entrarei nos pormenores por não querer tirar a “diversão” deste aprendizado.
Cada espaço de cor possui um pequeno número de canais, que quando concatenados formam uma determinada cor. Vejamos dois espaços de cores bem comuns e os canais inerentes a estes.
1. Espaços de cores
1.1. RGB - A grande maioria das câmeras fotográficas utiliza espaços de cores RGB (RGB, sRGB, ADOBE RGB) quando fotografamos em JPEG, sendo formado por três canais:
R = RED (Vermelho)
G = GREEN (Verde)
B = BLUE (Azul)
1.2. CMYK – Espaço muito utilizado para saídas de impressão. Este é formado por quatro canais, mas nem vou citar o preto (K) na grade:
C = CYAN (Ciano)
M = MAGENTA (Magenta)
Y = YELLOW (Amarelo)
K = BLACK (Preto)
2. Tipos de correlações entre os espaços de cores
2.1. Correlação Complementar (ou Oposta) – Se dá quando uma cor é cancelada pela sua cor oposta.
Exemplo: Se uma fotografia possuir muito vermelho (RED) ela pode ser corrigida com a adição da sua cor complementar (ou oposta), o ciano (CYAN)… Opa, taí uma maneira de tratar o vermelho sem ter de alterar a saturação ou luminosidade, por exemplo! Continue comigo que isto logo fará sentido!
2.2. Correlação Harmônica (esta não será alvo deste artigo) – Se dá quando as cores “viajam” de forma suave, transitando de uma para a outra segundo uma ordem semelhante, tal como uma canção. As luzes do céu durante o por do Sol são um ótimo exemplo (vão do vermelho ao amarelo, passando pelo laranja.
3. Correlacionando cores complementares entre os canais RGB e CMYK
Toda cor possui outra cor complementar ou oposta. A cor oposta cancela a cor existente – uma técnica de correção de cores é adicionar a cor oposta àquela existente numa fotografia. O interessante é que os espaços RGB e CMYK são opostos um ao outro, então:
- RED é oposto ao CYAN e vice-versa – Adicionar RED inibe o CYAN e adicionar CYAN inibe o RED.
- GREEN é oposto ao MAGENTA e vice-versa – Adicionar GREEN inibe o MAGENTA e vice-versa.
- BLUE é oposto ao YELLOW e vice-versa – Adicionar BLUE inibe o YELLOW e vice-versa.
Abaixo isto fica mais claro.
Um ótimo exemplo é a ferramenta Color Balance no Photoshop CS4 ou CS5. Mais para frente falaremos do Lightroom, pois o exemplo abaixo é para facilitar o entendimento.
- Abra o Photoshop e uma imagem.
- Entre em IMAGE > ADJUSTMENTS > COLOR BALANCE.
- Mova as barras deslizantes e verifique o que estou falando. Se for o caso abra uma imagem com desvio de cor, tipo alguma com alguma cor que esteja em desegrado com o seu gosto e faça o teste.
Uma fotografia com tons predominantes de amarelo (YELLOW) pode ser “ajustada” com que cor???
Resposta: Com sua cor complementar BLUE (azul). Mas este ajuste é gradativo, ou seja, a medida que adicionamos azul o amarelo vai ficando menos evidente, até que o azul se torne predominante se exagerarmos na dose!
4. Formação de cores a partir das cores complementares
A “mistura” de duas cores de um mesmo espaço de cores forma uma das cores do outro espaço, ou seja, se misturarmos duas cores do espaço RGB obteremos uma do espaço CMYK e vice-versa.
Observemos a grade abaixo:
4.1. Cores RGB formando cores CMYK
R (RED ou Vermelho) + G (GREEN ou Verde) = Y (YELLOW ou Amarelo)
R (RED ou Vermelho) + B (BLUE ou Azul) = M (MAGENTA ou Magenta)
G (GREEN ou Verde) + B (BLUE ou Azul) = C (CYAN ou Ciano)
4.2. Cores CMYK formando cores RGB
C (CYAN ou Ciano) + M (MAGENTA ou Magenta) = B (BLUE ou Azul)
C (CYAN ou Ciano) + Y (YELLOW ou Amarelo) = G (GREEN ou Verde)
M (MAGENTA ou Magenta) + Y (YELLOW ou Amarelo) = R (RED ou Vermelho)
Toda edição de imagens, com intuito de correção de cores e ajustes de balanço de branco, aplicação de efeitos e outros passa por esse entendimento!
5. Balanço de branco e o Lightroom
Muito se fala sobre WB (White Balance ou Balanço de Branco) no Lightroom. A ferramenta e suas funcionalidades são amplamente divulgadas em diversos meios de comunicação (blogs, sites, youtube…). Prefiro mostar alguns fundamentos, sendo:
A imagem acima mostra a opção de ajuste customizado e Balanço de Branco (WB) no Lightroom, onde, através de barras deslizantes o usuário pode corrigir o Balanço de Branco ou mesmo impor aparência artística ao trabalho. Não será o objetivo deste artigo demonstrar as formas de correção, mas sim esclarecer o que está por trás ou, ao menos, uma das abordagens possíveis – que nunca será a última ou qualquer realidade intrasponível.
Observando o painel temos o slider Temp (Temperatura) e Tint (Tinta):
5.1. Temperatura – Tonalidade global de um ambiente pode ser estimada (com erros) pelas nossas câmeras. Estas usam a mesma analogia que o nosso sistema visual.
Olhe para um prédio a noite. Você verá várias janelas, busque os apartamentos que tem alguma luz acesa e compare a tonalidade de uma dessas janelas com outra. Rapidamente perceberá que um ambiente tende a ter tonalidade laranja, outro azul, um terceiro verde.
O ambiente em que você se encontra tem alguma tonalidade global, que talvez você não perceba, pois seu sistema visual pode ter se adaptado ao ambiente. Que correções são essas?
Para simplificar… A natureza nos deu um mecanismo que compensa a luz ambiente de forma que qualquer elemento branco nos pareça branco, bem como todas as outras cores.
Imagine uma noiva, que pela tradição comum, usa um vestido branco. Se ela estiver numa sala, sobre uma lâmpada incandescente, você saberá que o vestido dela é branco. Se ela estiver na cozinha, sobre luz fluorescente você continuará sabendo que o vestido dela é branco, assim como todas as outras cores poderão ser identificadas.
Imagine a noiva lá naquele prédio cheio de janelas… Se fosse possível ver uma noiva com o mesmo vestido em cada apartamento logo você notaria que o tecido teria uma tonalidade diferente em cada janela.
Numa janela tenderia ao azul, noutra ao verde, ao laranja… Mas se você estivesse dentro do mesmo ambiente que a dama, após alguns minutos, logo não notaria diferenças tão marcantes do branco do vestido. É claro que o desvio de tonalidade pode ser suficiente para que você ainda perceba a “tonalização” ou tendência dos objetos no ambiente a cor da fonte emissora de luz.
Nossas câmeras, dependendo da escolha de balanço de branco, tenta ou aplica fatores de correção de cores para neutralizar a luz refletida por objetos fotografados. Em teoria a função básica do ajuste de balanço de branco na câmera é designado para que o branco seja interpretado como branco, mas essa correção não é exclusiva ao branco, acertar o branco permite que a câmera calcule os desvios e ajuste todo o quadro.
A idéia é a mesma do vestido… Se a câmera “souber” (for informada) que o vestido da noiva é branco, então um fator de correção adicionará cores complementares (ou opostas) para cancelar os desvios de cor do ambiente. Fotógrafos(as) mais experientes usam a correção de branco como elementos artísticos de composição.
Câmeras permitem três tipos de ajuste:
- Correção automática – Onde a câmera tenta identificar automaticamente a luz ambiente e, então, aplica a correção estimada. Este processo funciona, mas, em situações diversas, a câmera erra e a foto sai azulada, amarelada… Uma cor predominante num enquadramento é suficiente para a câmera “julgar” erroneamente. Fotografar uma piscina é um bom exemplo.
- Correção predefinida – Quando usamos um dos modos Nublado, Luz do dia, Sombra… Nesse caso restringimos o fator de correção, mas é importante que a pessoa por trás da câmera saiba estimar o tipo de fonte de luz ambiente (Sol, fluorescente, tungstênio…) para usar a definição que mais se aproxime. Mesmo assim existem chances de erro, pois a predefinição é uma média baseada em experiências que a engenharia do fabricante aplicou ao produto.
- Correção manual – Minha favorita, mas a mais técnica. Vale muito a pena ter um cartão 18% cinza, pois com ele podemos “medir” a tonalidade da luz ambiente sobre o assunto e então aplicar o fator de correção que neutralize com sucesso o ambiente e permita que as cores sejam reproduzidas de forma mais próxima o possível da realidade. Câmeras mais porte permitem ajustar o valor de temperatura “na mão” e ainda permitem refinar a correção com desvios semelhantes a Tint.
5.1. Tint – Funciona como um refino casado com temperatura. Agora é que vem o pulo do gato.
Observe as cores das barras deslizantes da correção de balanço de branco no Lightroom…
A barra Temp vai do azul ao amarelo, ou dos tons “frios” (azuis) aos tons quentes (amarelos). A barra Tint vai do verde aos magenta.
Se você recapitular o que vimos lá em cima (capítulo 4)… hummmm… verá que temos cores (tons) implícitos quando combinamos o uso das barras.
Se movermos Temp até o extremo direito teremos amarelos adicionados na fotografia e, se movermos o marcador do slider Tint na mesma direção teremos magenta cada vez mais evidente, então essa mistura forma o vermelho.
Se movermos o marcador do slider Temp para o canto esquerdo teremos o azul adicionado e, se movermos o marcador do slider Tint indo para a mesma direção teremos o verde adicionado. Adicionar verde e azul forma o Ciano.
Em resumo a correção de balanço de branco do Lightroom funciona (também) no esquema de cores complementares. Brincar com elas cria cores e tons implícitos e/ou cria evidencia outros. Acho fascinante!
Outra grande dica é usar o painel Camera Calibration, também no módulo Develop (Revelação) e se surpreenderá com o quanto poderá refinar seus ajustes de balanço de branco ou seus tratamentos artísticos.
Uma bela dica é usar o ajuste Tint para as sombras (Shadows) presente nesse painel!!! Não pense que isto é novo… Pesquise e achará um mar de informação, pois apenas arranhei a superfície!
FONTE: Lightroom Brasil
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Fotógrafo: Profissão Perigo
Está ficando perigoso ser fotógrafo, principalmente nas grandes cidades. Notícias de assaltos são o que não falta no meio fotográfico. Se você acompanha as listas de discussão e fóruns de fotografia, toda semana temos histórias de profissionais que perderam tudo durante uma sessão de fotos externa. São perigos de se fotografar em locais com pouco movimento ou então perto da zona rural ou parques afastados, principais locações para ensaios com noivos (pré-wedding ou trash the dress) ou books fotográficos. Mas, nessa semana tivemos duas notícias que mostram que o perigo pode estar mais perto do que pensamos.
A primeira correu o Youtube e todo mundo ficou sabendo. Caso clássico, você faz um casamento, recebe uma parte antes da cerimônia e o resto você deixa para depois. Só que esse depois pode levar muito tempo dependendo da situação financeira do novo casal. No vídeo abaixo, o noivo tenta levar o material produzido sem pagar a segunda parcela da dívida. Poderíamos apontar tanto erros do fotógrafo quanto do cliente nesse momento, mas tudo fica muito mais tenso quando uma arma está envolvida na discussão.
O segundo caso seria hilário se não fosse traumático e preocupante. Um casal no Rio de Janeiro é acusado de tramar um assalto para não ter que pagar por um álbum de formatura. A história é a seguinte. Fotógrafa é contratada para registrar uma formatura. O trabalho fica em R$ 1600,00 e o produto a ser entregue à mãe da formanda é um álbum impresso. A mãe não tem a grana para pagar pelo serviço, mas quer muito ter o registro da formatura da filha. Qual a idéia brilhante? Vamos assaltar a fotógrafa. Um encontro é marcado para que seja feita a compra do álbum. No momento em que estão as duas juntas aparece um ladrão encapuzado e rouba o álbum de formatura. Eu já ficaria extremamente desconfiado pelo fato do meliante levar o álbum.
As duas vão até a delegacia prestar queixa e através da descrição do elemento ele logo é encontrado e preso (que cara de azar). Ao ser reconhecido pela vítima a mentira vem à tona. A cliente e o ladrão eram namorados e armaram tudo para não ter que pagar pelo álbum. Em todo esse rolo, só fico pensando que o namorado que se fingiu de ladrão não deve ser um indivíduo muito correto em sua vida para que a polícia o encontrasse tão rápido assim. Vejam a história com nomes e locais clicando aqui.
Ser prestador de serviços pode ser uma vida cheia de incertezas. Você não sabe se o mês vai render o suficiente para fechar as contas e também não sabe o que o futuro lhe aguarda. Mas, duas coisas são certas, atender cliente em sua própria casa pode ser uma coisa complicada por vários fatores e marcar encontros em locais com grande movimento (abertos) pode também lhe render uma dor de cabeça. Antes de prestar um serviço sempre firme um contrato. Não demora nada e não vai te machucar. Se der problema deixe a justiça resolver. Não vale a pena passar por sufoco ou perder a vida tentando resolver essas pendengas.
FONTE: Meio Bit
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Microsoft Camera Codec Pack – visualize RAW no Windows 7
Você é um fotógrafo avançado que só fotografa em RAW e fica frustrado de não conseguir visualizar as imagens sem um programa específico de conversão? Bem, esse era um problema do Windows Vista e Windows 7. As imagens, depois de importadas para uma pasta especifica no seu computador, se tornavam arquivos não reconhecidos pelo Windows. Só era possível ver as imagens no Lightroom, no Adobe Camera Raw ou em outro programa específico para conversão dessas imagens.
Agora a Microsoft colocou a disposição para download gratuito o Microsoft Camera Codec Packque nos trás a possibilidade de visualizar arquivos RAW de uma série de equipamentos (veja lista abaixo) sem a necessidade de conversão para JPEG. Como não gosto de acreditar no me dizem resolvi fazer o teste. Baixei o Codec da página da Microsoft e instalei aqui na máquina. O arquivo possui apenas 4MB e ao baixar é só instalar com dois cliques. Operação completa e fui até a galeria. A visualização acontece sem problema para arquivos Canon e Nikon (mais comuns), mas a Fujiestá fora da lista e não rolou nada com os arquivos RAF.
Ao clicar na imagem ela é aberta no Windows Live Galeria e uma mensagem é mostrada “para editar a foto crie uma cópia em JPEG“. Se quiser fazer essa cópia em JPEG é só ir até o menuArquivo e clicar em criar uma cópia e escolher o local do JPEG. A conversão é automática, mas pode quebrar um galho em uma emergência. Vejam abaixo a lista de câmeras que são suportadas pelo novo Codec.
- Canon: EOS 1000D (EOS Kiss F in Japan and the EOS Rebel XS in North America), EOS 10D, EOS 1D Mk2, EOS 1D Mk3, EOS 1D Mk4, EOS 1D Mk2 N, EOS 1Ds Mk2, EOS 1Ds Mk3, EOS 20D, EOS 300D (the Kiss Digital in Japan and the Digital Rebel in North America) , EOS 30D, EOS 350D (the Canon EOS Kiss Digital N in Japan and EOS Digital Rebel XT in North America), EOS 400D (the Kiss Digital X in Japan and the Digital Rebel XTi in North America), EOS 40D, EOS 450D (EOS Kiss X2 in Japan and the EOS Rebel XSi in North America), EOS 500D (EOS Kiss X3 in Japan and the EOS Rebel T1i in North America), EOS 550D (EOS Kiss X4 in Japan, and as the EOS Rebel T2i in North America), EOS 50D, EOS 5D, EOS 5D Mk2, EOS 7D, EOS D30, EOS D60, G2, G3, G5, G6, G9, G10, G11, Pro1, S90
- Nikon: D100, D1H, D200, D2H, D2Hs, D2X, D2Xs, D3, D3s, D300, D3000, D300s, D3X, D40, D40x, D50, D5000, D60, D70, D700, D70s, D80, D90, P6000
- Sony: A100, A200, A230, A300, A330, A350, A380, A700, A850, A900, DSC-R1
- Olympus: C7070, C8080, E1, E10, E20, E3, E30, E300, E330, E400, E410, E420, E450, E500, E510, E520, E620, EP1
- Pentax (PEF formats only): K100D, K100D Super, K10D, K110D, K200D, K20D, K7, K-x, *ist D, *ist DL, *ist DS
- Leica: Digilux 3, D-LUX4, M8, M9
- Minolta: DiMage A1, DiMage A2, Maxxum 7D (Dynax 7D in Europe, α-7 Digital in Japan)
- Epson: RD1
- Panasonic: G1, GH1, GF1, LX3
terça-feira, 26 de julho de 2011
Time Lapse com 45 mil fotos
Time Lapse. A técnica nada mais é do que um vídeo onde várias fotos, feitas em momentos diferentes no mesmo local, nos fornecem a idéia da passagem do tempo. Embora seja uma coisa muito bacana, e até fácil de fazer, admito que nunca tive tempo para desenvolver um projeto desses. É necessário grande comprometimento para com o trabalho, o que no momento não possuo.
Mas, existem pessoas espalhadas no mundo que nos presenteiam com grandes obras dentro dessa linha de produção. É o caso do francês Ramon (única identificação no profile do vídeo) que registrou durante 3 anos, do mesmo local, a demolição e reconstrução de um prédio. Isso não é pouca coisa. Já vi time lapse com horas, dias, semanas e meses, mas com anos esse é o primeiro que encontro. Não deve tardar a aparecerem outros, A fotografia digital facilitou muito essa prática e só recentemente se tornou acessível a todos. Então é provável que existam mais fotógrafos com projetos de longo prazo que ainda não foram divulgados.
A câmera utilizada foi uma Pentax K110D e foram realizadas 45 mil fotos entre janeiro de 2007 e setembro de 2010. O resultado, que pode ser resumido em um vídeo de cerca de três minutos, é impressionante. Ao final do vídeo, todo o processo é mostrado em apenas 20 segundos.