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domingo, 18 de dezembro de 2011

Imagens em sépia com filtros do Photoshop


Uma conversão simples em três passos.



Publicado originalmente na edição número 34 da revista Photoshop Creative.

Sépias ricos
 

Esta conversão permite um controle máximo.

01 Nivele

Para começar, crie uma camada
de ajuste de Levels.

Na paleta de ajuste, puxe as alças
externas do deslizante para que
toquem as bordas do histograma.

O contraste da imagem será
aumentado. Pegue o deslizante
central e mova-o ligeiramente
para a esquerda para dar um pouco de brilho à imagem.


Assim, ela ficará mais bacana quando removermos a saturação.


02 Preto e branco

A seguir, inclua uma camada de
ajuste Black and White sobre o
ajuste de Levels.

Na paleta Adjustments, procure
pelo menu de cortina próximo ao
topo. Trata-se de predefinições
usadas para criar diferentes tipos
de efeito em preto e branco.

Usamos os ajustes Neutral Density
para nossa imagem dos cavalos.




03 Filtro fotográfico

Finalmente, adicione uma camada
de ajuste Photo Filter.

No menu de cortina Filter, selecio
ne a opção Sepia. 

Se a colorização não for forte o
bastante, aumente o deslizante
Density para enriquecer o efeito.

Tente marcar e desmarcar Preserve Luminosity para ver o que fica melhor em sua
imagem.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Diagramação de álbuns no Photoshop


Nesta vídeo aula de Altair Hoppe, você aprenderá a fazer a diagramação de álbuns de casamento no Photoshop.





Como se editava uma foto no início da década de 1980

Você acha fantástico as edições de fotografias feitas no Photoshop? Dá uma espiadinha no vídeo abaixo e veja como eram feitas as edições no início da década de 1980. Ao que tudo indica, é um vídeo de origem na extinta União Soviética

Criando uma folha de caderno



Para criar uma folha de caderno é bem simples.

Crie um novo documento em branco no tamanho 600 x800px.
Crie uma nova camada e desta vez, pinte-a de preto
Crie novamente uma camada em branco
Você terá 3 camadas, 2 brancas e uma preta.

Em seguida, selecione a segunda camada em branco e vá em: Filtro/Ruído/Adicionar Ruído
Configure Intensidade 3, Distribuição Gaussiana e marque a caixinha Monocromático



Crie uma nova camada e com a ferramenta pincel, desenhe as linhas como mostrado na imagem abaixo:
Depois de criar as linhas horizontais, crie também a linha vertical

Dica: Para criar uma linha reta, pressione a tecla SHIFT e faça a linha com o pincel



Agora, iremos criar os furinhos da nossa folha. Selecione novamente a segunda camada em branco e com a ferramenta Letreiro Elípitca, faça um círculo pequeno e em seguida pressione DELETE.
Repita o processo até chegar no final da folha.



Em seguida, crie uma nova camada e com a ferramenta Retângulo Arredondado, faça um retângulo na parte superior da folha.
Clique com o botão direito nessa camada e escolha a opção Rasterizar Camada.
Pressione a tecla CTRL e clique na camada criando uma seleção. Em seguida, vá em:Selecionar/Modificar/Contração e na janelinha clique em OK



Crie uma nova camada. Vamos agora criar as divisões para a data usando a ferramenta Pincel.



Nossa folha de caderno está quase pronta. Agora, precisamos criar uma sombra para que fique bem real.
Primeiro, na paleta de camadas, oculte a camada em preto que criamos no início do tutorial.
Para ocultá-la, basta clicar no desenho de Olho ao lado dela.

Selecione a camada em branco ( a segunda que criamos ) e vá em: Camada/Estilos de Camada/Opões de Mesclagem ou clique no ícone FX na paleta de camadas.
Configure a sombra projetada como mostrado abaixo:


Sua imagem deverá ficar assim:



Agorá é só salvar indo em: Arquivo/Salvar como.



Usando a criatividade, você poderá criar folhas bem legais, usando brushes, recortes,etc.





quarta-feira, 20 de abril de 2011

Photoshop CS5 por assinatura

A Adobe anunciou uma estratégia bem diferente para ampliar o número de usuários com software legal. Ao invés de vender a licença completa do Photoshop CS5 por US$1.155,00 (sem imposto), o novo mecanismo de aquisição é através de assinatura, que pode ser mensal ou anual. O valor da assinatura mensal do Photoshop é de US$ 79, enquanto a assinatura anual é de US$ 708 (ou seja, 59 dólares por mês). A estratégia visa ampliar receitas, e claro, reduzir a pirataria do software mais baladado do mundo do tratamento e edição de imagens. É esperar para ver se a ideia vai pegar entre os usuários.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Duotone com Gradient Map (CS5)

Neste tutorial veremos como transformar uma imagem colorida em uma Duotone (imagem de dois tons). Veremos também como aproveitar o efeito Duotone para dar uma aparência melhor às suas imagens do cotidiano.

ENTENDENDO O DUOTONE

Podemos considerar Duotone uma imagem em duas tonalidades. Uma imagem em preto e branco (grayscale) é um exemplo de Duotone das cores preto e branco. Um outro exemplo é o efeito Sépia, que tem aparência de foto envelhecida, que comumente utiliza o preto e uma tonalidade de marrom. No Photoshop, o processo de conversão para Duotone é feito por duas etapas: convertendo primeiramente a imagem em tons de cinza (greyscale) e depois para o próprio Duotone. Por esse processo, o Photoshop usa a cor preta como base e uma outra cor secundária para determinar as duas tonalidades. Neste tutorial o processo é bem diferente e não necessita de qualquer conversão, é feito apenas por uma camada de ajuste (Adjustment Layer) do comando Gradient Map, presente no menu Layer/New Adjustment Layer/Gradient Map e também na Paleta Layers através do ícone Create new fill or adjustment layer, um ícone de um círculo com metade preta e metade branca. Você ainda pode aplicar o Gradient Map através do menu Image/Adjustments/Gradient Map, mas esta opção aplica o ajuste diretamente na imagem, impossibilitando a edição posterior caso necessário.

ENTENDENDO O GRADIENT MAP

O Gradient Map troca os tons de cinza de uma imagem pelas cores de um preenchimento de gradiente especificado. Quando esse gradiente possui duas cores, por exemplo, as sombras da imagem assumem a cor de uma das extremidades, os brilhos assumem a cor da outra extremidade e os tons médios assumem as gradações entre as duas extremidades. (Ver primeira imagem do tópico Criando o Duotone)

O ANTES E O DEPOIS

Na imagem abaixo temos o antes (acima) e o depois (abaixo). Foram criadas apenas duas camadas de ajuste: uma para o Duotone e outra para dar mais contraste à imagem.

Clique na imagem para ampliá-la.

IMAGEM DO TUTORIAL

Para baixar o arquivo utilizado no tutorial, basta clicar na imagem abaixo e salvá-la em seu computador. Após baixá-la, abra-a no Photoshop.

Clique na imagem para ampliá-la.

CRIANDO O DUOTONE

Após abrir a imagem no Photoshop, pressione D para que as cores de primeiro e segundo plano fiquem como preto e branco, respectivamente. Antes de criar o Duotone, veja na imagem abaixo a janela do Gradient Editor e entenda como funciona o gradiente: O slider da esquerda, sinalizado com um círculo azul, representa as sombras (shadows) da imagem; o slider da direita, representa os brilhos (highlights); e, a seta azul entre os dois sliders, indica a gradação entre as duas cores.

Clique na imagem para ampliá-la.

Para criar o Duotone, vá até a paleta Layers (F7) e clique no ícone Create new fill or adjustment layer, um ícone de um círculo com metade preta e metade branca, e escolha a opção Gradient Map. A paleta Adjustments é aberta e sua imagem se transforma em tons de cinza (P&B). Clique sobre o gradiente para abrir a janela Gradient Editor. Clique sobre o slider inferior esquerdo do gradiente para selecioná-lo (indicado por um círculo azul na imagem abaixo e que representa as sombras da imagem). Depois clique em Color para mudar a cor. Na janela Select stop color que se abre, defina a cor como "55472f" no campo indicado por um retângulo azul e clique em OK. Note que a cor preta foi substituída pela nova cor na imagem. Para salvar o novo gradiente, digite Sepia em Name e clique no botão New. O novo gradiente é adicionado a lista de Presets. De volta à janela Gradient Editor, clique em OK para aplicar o Duotone à imagem e renomeie a layer de ajuste para Sepia.

Clique na imagem para ampliá-la.

A imagem abaixo mostra o resultado do Duotone e como ficou a paleta Layers.

Clique na imagem para ampliá-la.

CRIANDO CONTRASTE

Para aplicar o contraste, vamos criar uma nova camada de ajuste escolhendo o comando Curves. Para isso, vá até a paleta Layers (F7) e clique no ícone Create new fill or adjustment layer e escolha a opção Curves. A paleta Adjustments é aberta com o comando Curves. Clique no ponto inferior esquerdo na linha diagonal do comando Curves e defina 0 para Output e 180 para Input. Crie um novo ponto intermediário na linha e defina 180 para Output e 180 para Input. Volte para paleta Layers e renomeie a nova layer para Contraste. Pronto, a imagem agora está em Duotone no estilo Sépia. Se você achar que o contraste ficou muito forte, diminua a opacidade da layer Contraste até alcançar o resultado desejado. A imagem abaixo mostra a aplicação do contraste, as configurações que foram feitas no comando Curves e como ficou a paleta Layers.

Clique na imagem para ampliá-la.

NÃO ACABOU

Se a sua intenção não for criar um Duotone, mas sim dar um toque diferente em suas imagens do cotidiano, experimente ocultar a layer Contraste (clicando no olho do lado esquerdo da layer) e defina o Blend Mode da layer Sepia para Overlay ou Hard Light e veja o resultado na imagem abaixo.

Clique na imagem para ampliá-la.

Experimente também mudar a tonalidade do Gradient Map da layer de ajuste Sepia. Para isso clique duas vezes no ícone de um círculo com metade preta e metade branca para redefinir o gradiente.

sábado, 26 de março de 2011

Panasonic Lumix FP7 – Photoshop Integrado

O mundo é esquisito e a fotografia digital também contribuiu para ele ficar mais bizarro. Hoje, além de fotógrafos, também temos que ser cirurgiões plásticos, pois somos obrigados a eliminar rugas, marcas de expressão e turbinar atributos físicos como seios e glúteos. Se não fizer isso você perde uma cliente. Ela vai para casa feliz por ter um álbum fotográfico bacana, mas que não representa em nenhum ponto a realidade. Mas, as pessoas vivem na ilusão mesmo, e parecem gostar disso.

Algum tempo atrás eu me surpreendi de maneira gigantesca quando notei que até foto 3×4 já possuí uma carga gigantesca de processamento digital. O pior é que é um tratamento equivocado onde as pessoas ficam parecendo bonecos de borracha sem nenhuma textura. Típico tratamento de imagem de quem não sabe direito o que está fazendo ou não tem contato com seres humanos de verdade. Talvez um estagiário nerde. Agora, já não bastando os seres humanos que não sabem manejar adequadamente um programa de edição, a Panasonic colocou no mercado uma câmera que faz isso automaticamente.

A nova Lumix FP7 (custando em torno de US$ 230,00) tem tudo para ser uma compacta bem normal. Possui exagerados 16 megapixels de resolução máxima, visor LCD de 3,5 polegadas sensível ao toque e 4 vezes de zoom ótico. O corpo da câmera é super fino, o que se torna uma vantagem para quem não quer carregar muito volume, e é possível comandar o local do foco com apenas um toque no visor (essa sim uma funcionalidade muito bacana). Porém, o que chama a atenção no equipamento são duas ferramentas de pós-edição digital que tentam (e eu disse apenas tentam) simular os efeitos aplicados em modelos e celebridades nas revistas.

Após capturar o retrato você pode acessar o menu de edição que fica no canto do monitor e utilizar as ferramentas Esthetic e Make-up. O primeiro é responsável por limpar a textura da pele e clarear os dentes. A segunda ferramenta aplica maquiagem virtual nos olhos, bochecha e lábios. Em algum momento da produção do equipamento, alguém achou que isso seria realmente uma boa idéia. Igual aquela câmera, que não me lembro a marca agora, que prometia emagrecer as pessoas ao esticar a foto. Bem, o site Stylelist conseguiu colocar as mãos em um brinquedo desses e saiu às ruas para testar a criança. O resultado é mais ou menos o que eu esperava.

As fotos ficam com uma aparência totalmente artificial e a pessoa se transforma em personagem de algum filme de terror. Sim, eu achei tenebroso. O antes e o depois também mostram que a foto original feita pela câmera possui graves problemas, mas as edições são o que transformam as imagens em frutos de alguma piada de mau gosto. O pior é que o autor da reportagem adorou o efeito e justificou que é muito divertido trabalhar com a câmera, mostrando que esse tipo de bizarrice já se tornou normal em nossa sociedade. Mas, os próprios comentários no texto mostram que os leitores não ficaram tão convencidos assim.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Modelo fica sem um braço em catálogo

Para o espanto de boa parte do mundo, o novo catálogo da grifeVictoria’s Secret trouxe uma falha, digamos, grotesca. A modelo Marisa Miller, uma das modelos norte-americanas mais famosas do mundo, aparece sem um braço. Poderia ser apenas um erro de ângulo ou uma perspectiva, mas dá para notar bem na borda da camiseta o recorte para fundir a modelo com o fundo. Ou seja, no processo de edição sem querer ou com intenção, o membro da bela modelo foi removido. Como a camisa é bem justa, obrigatoriamente, deveria existir no outro lado um pedacinho de braço. Neste caso, foi falha de edição, mas os fotógrafos correm esse risco em cada ensaio ou casamento. Todo cuidado é pouco! Para não ficar dúvida de que Marisa Miller possui dois braços, veja abaixo algumas fotos que mostram a beleza da modelo em todas as suas formas.

FONTE: Altair hoppe

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

I have PSD, o Photoshop no mundo real.

O vídeo mostra como seria se pudéssemos usar o PHOTOSHOP na nossa vida cotidiana.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Larissa Riquelme, sem Photoshop, mas com muita plástica

A paraguaia Larrisa Riquelme arrebatou corações e torcedores durante e depois da Copa do Mundo. Além de bonita, Larissa chamou a atenção de todas as lentes do mundo pela ousadia ao colocar seu celular em seus fartos seios, bem visíveis e ciliconados. Safadinha, ela! E a estratégia deu certo. Ficou famosa, super famosa! Neste mês, estrelou a capa da revista Playboy, em 3D – uma novidade no mercado editorial brasileiro. O que Larissa não esperava é que seu cirurgião plástico fosse revelar de onde vem sua beleza. E não tem nada de Photoshop. Tudo é fruto de diversas plásticas no queixo, pálpebras e nariz. O plástico Amin Mussi revelou tudo, em seu site, através de fotos antes e depois das cirurgias realizadas por ele. Observe as fotos abaixo.

Larissa Riquelme – Playboy / Setembro 2010

Larissa Riquelme - antes e depois


Fonte: Altair Hoppe-Blog

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Desastres feitos no Photoshop


Observe a distância entre o ombro e a mão de Mary Jane

Conseguimos criar efeitos incríveis no Photoshop. Mas basta um segundo de desatenção e nossa criação vai de água abaixo. As falhas mais comuns nas montagens e edições é a remoção ou inclusão de membros. No Brasil, por exemplo, a revista Playboy em 2006 publicou uma modelo sem umbigo. Outra falha bem freqüente é a falta de proporção. Veja acima o cartaz do filme Homem-Aranha 2. Observe a distância do ombro até a mão da Mary Jane. Bem, estranho! Separei mais alguns casos. Veja abaixo os desastres. Por isso, todo cuidado é pouco. Além de revisar a arte, revise a ortografa e ainda peça a aprovação do cliente para evitar maiores riscos.

Fonte: Blog do Altair Hoppe

Mais desastres no PHOTOSHOP você encontra clicando no link abaixo.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Ponto de Fuga


E-mail


Ponto de Fuga - Photoshop CS2Edite imagens sem dificuldades, Muitas são as melhorias realizadas entre as versões de um programa. A intenção delas é torná-lo mais eficiente e prático, aumentando sua capacidade e acrescentando novas possibilidades para as ferramentas já existentes, além da inclusão de outras. A edição CS3 do Photoshop vem cheia de novidades. Uma que sofreu muitos aperfeiçoamentos foi a edição de ponto de fuga (Vanishing Point), que será trabalhada ao longo deste tutorial.

Presente no software desde sua versão anterior, a CS2, a edição a partir do ponto de fuga foi muito bem recebida pelos usuários e profissionais em geral. Ela permitiu a criação de diferentes planos dentro de uma imagem com perspectiva e a edição inteligente desses planos, respeitando-se o sentido e a distância dos objetos. Tomando como exemplo a possibilidade de copiar trechos da ima- gem e aplicá-los a outros pontos com o Clone Stamp (o popular carimbo para os brasileiros), é importante ressaltar que a ferramenta é inteligente a ponto de reconhecer que deve diminuir proporcionalmente o tamanho dos objetos quando eles são introduzidos mais próximos do ponto zero e, portanto, mais dis- tantes do olho do observador.

Outro exemplo de edição possível com o Vanishing Point é a exclusão de elementos dentro de uma figura, que utiliza o mesmo princípio do que foi citado no pará- grafo anterior. Essa função também permite a edição de imagens sem desrespeitar a perspectiva presente nas fotos. As imagens realmente se adaptam ao caminho, obedecendo a relação com a posição do ponto de fuga. Sem dúvida, uma excelente adição para um software já bastante versátil, proporcionando um sem número de aplicações diferentes. A edição de imagens por meio de Vanishing Point no Photoshop CS2 era, ainda que bastante dinâmica, limi- tada em suas funções. Isso pode ter acontecido pelo fato de ter sido a primeira edição do software a apresentar tal possibilidade. Esse “problema” obviamente não foi perce- bido de imediato pelos usuários que experimentaram o recurso naquela versão do programa. Para os criadores do recurso, foi importante ouvir os consumidores para aperfeiçoar e oferecer uma versão mais afinada com as necessidades de todos.

A princípio, cada plano era obrigatoriamente perpendicular 90º em relação aos demais, o que impedia uma edição mais precisa de certos objetos, digamos, pela posição em que estava a fachada de um prédio na foto. Nada disso, no entanto, tornou a novidade menos interessante para os usuários, contudo, ninguém deseja encontrar limites quando tem acesso a uma ferramenta nova. Pode ser muito frustrante imaginar diversos usos para um recurso novo e descobrir que este só pode ir até certo ponto.

Ao longo dos 18 passos descritos a baixo você conhecerá algumas das muitas possibilidades do Vanishing Point. Não deixe de utilizá-lo como acréscimo aos conhecimentos que já possui, pois ele, como tudo mais no Photoshop, vem para somar e melhorar o processo criativo.

Ponto de Fuga - Photoshop CS2


1 – Abra a imagem em que deseja trabalhar e a outra que deseja aplicar à primeira. Selecione a figura a ser aplicada com Ctrl + A e a copie com Ctrl + C. Pode fechá-la, se desejar.

Ponto de Fuga - Photoshop CS2

2 – Com apenas a imagem principal aberta, crie uma nova ca- mada por meio do comando Shift + Ctrl + N ou pelo menu Layer, New, Layer.

Ponto de Fuga - Photoshop CS2

3 –Os comandos que devem ser realizados no passo anterior criam uma novacamada,vazia. Vocêdeve,agora,selecionaressacamadaeiraomenu Filter, Vanishing Point.

Ponto de Fuga - Photoshop CS2

4 – Dentro da área de edição de ponto de fuga (Vanishing Point), a ferramenta ativa deverá ser CreatePlaneTool (C). Faça quatro pontos em uma das faces da imagem.

Ponto de Fuga - Photoshop CS2

5 – Eis como deve estar a imagem depois de fechados os quatro pontos. Observe que há uma grade azul sobre a área que foi selecio- nada no passo anterior.

Ponto de Fuga - Photoshop CS2

6 – A título de curiosidade, uma seleção de grade com a cor vermelha não poderá ser usada. Caso o resultado seja esse, o plano será inválido. Edite ou refaça a seleção.

Perspectiva

Ponto de Fuga - Photoshop CS2


7 – Uma grade na cor amarela também não é válida. É possível editar um plano amarelo, no entanto os resultados não serão orientados corretamente. O melhor é refazer a edição.

Ponto de Fuga - Photoshop CS2

8 – Depois de criar um plano na cor azul, clique, com a tecla Ctrl pressionada, em uma das arestas centrais da grade e arraste. Surgirá uma segunda face 90º a partir da original.

Ponto de Fuga - Photoshop CS2


9 – Ao pressionar a tecla Alt e clicar em uma das arestas centrais da nova face, é possível movimentá-la, como se fosse uma porta. Use essa função para ajustar o ângulo correto sobre a imagem.

Ponto de Fuga - Photoshop CS2

10 – Algumas imagens exigem mais do que duas faces por não terem cantos retos. Use a ferramenta Edit Plane Tool (V) para consertar possíveis falhas.

pontofuga12.jpg


11 – A seguir, é hora de colar (Ctrl + V) a imagem inicialmente selecionada dentro da área de edição do ponto de fuga para que possamos iniciar a aplicação de imagens em perspectiva.

Ponto de Fuga - Photoshop CS2

12 – Com o mouse, arraste a figura colada para dentro do plano azul. Note que ela se adaptará à área criada, respeitando, inclusive, a orientação das faces. Ao final, clique em OK.

Ponto de Fuga - Photoshop CS2

13 – Crie uma cópia (Ctrl + J) da camada com a nova roupagem da caixa e bloqueie-a clicando no local indicado na foto. Diminua a opacidade da camada do embrulho original.

pontofuga15.jpg

14 – A seguir, selecione a ferramenta Eyedropper Tool (I) e clique sobre uma área da caixa. Com a cor selecionada, preencha a camada de cópia criada no último passo. Mova-a para baixo (Ctrl + [).

Ponto de Fuga - Photoshop CS2

15 – Crie outra camada e, por meio da ferramenta Gradiente (G) ou Brush (B), faça algumas sombras, obedecendo à imagem original. Se preferir, diminua a opacidade dessa camada.

Ponto de Fuga - Photoshop CS2

16 – Crie uma seleção nas abas da caixa para eliminar o excesso das camadas. Isso pode ser feito com o Polygonal Lasso (L) ou com o auxílio de um Path.

pontofuga18.jpg

17 – Agora, sua imagem deve estar assim. Este é o momento de corrigir pequenas falhas e detalhes a fim de tornar sua composição mais harmoniosa.

Ponto de Fuga - Photoshop CS2

18 – Vários planos podem ser criados com o Vanishing Point. Solte a imaginação e aproveite o recurso ensinado neste tutorial para inúmeras criações.